Celebrado anualmente em 8 de junho, o Dia Mundial dos Oceanos foi instaurado durante a Rio-92, uma conferência das Nações Unidas voltada ao meio ambiente e ao desenvolvimento. Apesar de o Dia Mundial dos Oceanos ser celebrado desde que houve a conferência, a Organização das Nações Unidas (ONU) só oficializou a data em 2008.
Os oceanos cobrem cerca de três quartos da superfície da Terra. De acordo com a ONU, mais de três bilhões de pessoas no planeta dependem desta fonte vasta de biodiversidade.
Durante a 46ª edição do Fórum Econômico Mundial de Davo, na Suíça, foi apresentado um estudo sobre o impacto do lixo à vida marinha. Segundo o documento, até 2050 os oceanos abrigarão mais detritos plásticos do que peixes.
Os recifes de corais abrigam mais de 25% da vida marinha e têm papel de extrema importância na proteção da orla contra eventos climáticos. Eles funcionam como uma barreira natural, protegendo as praias do impacto de ondas e tempestades.
Considerados um dos mais antigos e ricos ecossistemas do planeta, os recifes de corais estão sob ameaça, até mesmo os que se encontram mais isolados, principalmente por causa de alterações causadas por atividades humanas.
“Alguns estudos apontam o desaparecimento total dos recifes de corais até 2100, caso não haja uma mudança de comportamento. Uma das principais causas são as mudanças climáticas, que, somadas a outros impactos, como a presença de poluentes no mar, podem agravar esse quadro”, salienta Vininha F. Carvalho, ambientalista e editora da Revista Ecotour News & Negócios.
O biólogo João Alberto dos Santos explica que o aquecimento dos oceanos provoca uma espécie de estresse nos corais, que acabam expelindo as algas que os habitam e, consequentemente, causando o branqueamento da espécie. O branqueamento fragiliza sua estrutura, podendo levá-los à morte.
“Todos os anos, milhões de toneladas de plástico entram nos oceanos. Seja por sacos plásticos ou canudos plásticos, esta poluição se transforma em grandes quantidades de resíduos que provocam um impacto nos ecossistemas oceânicos e favorecem as mudanças climáticas, agravando os eventos meteorológicos”, finaliza Vininha F. Carvalho.
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