O Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do Brasil, destinou R$ 682 mensais a 20,8 milhões de famílias em 2024, totalizando R$ 170,2 bilhões em aportes ao longo do ano. A manutenção do número de beneficiários foi acompanhada por medidas de qualificação cadastral, garantindo que os recursos chegassem às famílias em situação de real necessidade, segundo balanço divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Isso tudo sem gastar mais do que no ano anterior, mesmo mantendo número semelhante de famílias atendidas. Em 2023, foram 21 milhões, algo como 200 mil a mais, com repasses mensais, em média, de R$ 680, totalizando R$ 170,4 bilhões. Uma das principais razões para esses resultados, segundo balanço do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), é a "correção do foco do programa após a retomada e evolução de processos de qualificação das informações cadastrais e melhorias na habilitação ao Bolsa Família".
Em 2023, primeiro ano do Governo Lula, mais de 3,9 milhões de famílias saíram do programa, após a citada "correção de foco", popularmente conhecida como "pente-fino", nos cadastros deixados pelo governo anterior. Mesmo assim, ou por causa disso, naquele ano, 2,8 milhões de novas famílias foram incluídas no Bolsa Família, de acordo com critérios de real necessidade. Já em 2024, outras 2 milhões de famílias foram incluídas, ao mesmo tempo em que 3 milhões deixavam de receber, ainda, segundo o MDS, pelo aprimoramento nas ferramentas de controle e avaliação.
Nesse processo, não houve retirada abrupta de famílias em que um ou mais integrantes obtiveram novas formas de sustento, como trabalho assalariado ou por conta própria. Segundo o balanço, em 2024 foi mantida a proteção a mais de 2,8 milhões de famílias que "tiveram aumento de renda e estão em fase de estruturação da autonomia financeira".
Em 2022, último ano do governo anterior, em plena fase de campanha eleitoral, o então programa Auxílio Brasil, apesar das inconsistências que foram detectadas e corrigidas nos dois períodos seguintes, atingiu a soma de R$ 7,8 bilhões por mês, bem inferior aos R$ 14,2 bilhões que foram investidos mensalmente no primeiro ano do Governo Lula 3, ou dos R$ 14,1 bilhões mensais que vêm sendo aplicados em 2024.
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