Queda do engajamento, redução nos resultados e desafios de comunicação no trabalho são sinais que nem sempre estão ligados apenas ao ofício; podem estar relacionados à vida pessoal dos trabalhadores, refletindo no desempenho individual. Encontrar o equilíbrio entre as duas realidades não precisa ser desafiador, mas esse objetivo depende, em parte, do envolvimento das empresas e lideranças.
Deixar essa reflexão de lado afeta, além da performance dos profissionais, a retenção de talentos. Segundo um levantamento do ManpowerGroup, consultoria global de soluções para RH, 40% das pessoas dizem que a flexibilidade de horários é um dos três principais fatores na tomada de decisão sobre um emprego.
“Muito do aumento ou redução da performance pode estar relacionado à vida pessoal desse trabalhador. Fatores externos, como redes sociais, consumo alto de notícias e um mundo conectado a todo instante, também podem ter efeitos no seu desenvolvimento. Líderes têm a responsabilidade de identificar causas e entender o problema para traçar estratégias de resolução. Para ter equipes com boa performance, é necessário construir um relacionamento de confiança, comunicação e orientação. Ouvir o que o colaborador tem a dizer, fortalecer o diálogo frequente, alinhar prazos saudáveis e considerar imprevistos são algumas das medidas possíveis”, comenta Wilma Dal Col, Diretora de RH do ManpowerGroup Brasil.
Quando se fala em flexibilização do trabalho, outro fator que precisa ser mencionado é a modalidade. Ainda conforme a pesquisa Barômetro Global de Talentos do ManpowerGroup, profissionais remotos ou híbridos são os que mais apontam equilíbrio entre vida e trabalho (72%) e têm mais probabilidade de confiar no seu líder.
“Pensar nos modelos de trabalho também é falar de performance, dado que cada modalidade tem desafios diferentes que impactam o bem-estar da equipe. O importante é que os empregadores analisem as estratégias e priorizem o que vai trazer mais satisfação, engajamento e rendimento”, comenta Wilma.
Para a executiva, o trabalho à distância pode entregar eficiência e relações de confiança na mesma medida que o presencial, e empresas que tiverem essa possibilidade devem considerá-la em prol do bem-estar das pessoas. No entanto, para os segmentos do mercado que não têm essa chance, outras medidas podem ser tomadas, como realizar comunicações internas que incentivem o diálogo com líderes, criar ações e eventos de engajamento e descontração no trabalho e determinar momentos de pausas durante o expediente.
“Observar o bem-estar dos profissionais é também olhar para o crescimento da empresa, dado que um colaborador satisfeito e com uma rotina equilibrada contribui para resultados positivos. Organizações que souberem implementar estratégias visando a performance, sem deixar de lado o capital humano, podem fortalecer o sucesso do negócio”, finaliza Wilma Dal Col.
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