Em 20 de janeiro de 2025, Donald Trump assumiu seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos, implementando uma série de medidas que sinalizam mudanças significativas na política americana. No primeiro dia, ele assinou diversas ordens executivas com o objetivo de reverter políticas de seu antecessor e estabelecer novas diretrizes para sua administração.
Uma das ações mais notáveis foi a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris sobre o clima, revertendo o compromisso do país com a redução de emissões de gases de efeito estufa. Além disso, Trump facilitou a exploração de hidrocarbonetos em áreas como o Alasca e limitou o desenvolvimento de energia eólica offshore, indicando uma ênfase renovada nos combustíveis fósseis.
Na área de imigração, o presidente declarou emergência nacional na fronteira com o México, autorizando medidas para reforçar o controle e acelerar a deportação de migrantes. Entre as políticas reinstauradas está o programa "Permaneça no México", que exige que solicitantes de asilo aguardem no país vizinho enquanto seus casos são processados.
Trump também anunciou a designação de cartéis de drogas mexicanos como organizações terroristas estrangeiras, uma medida que pode ter implicações significativas nas relações diplomáticas e na política de segurança dos Estados Unidos.
Em relação à política energética, diz o economista Felipe Bernardi Capistrano Diniz, “o presidente suspendeu subsídios para veículos elétricos e incentivou a produção doméstica de petróleo e gás, buscando tornar os Estados Unidos mais independentes energeticamente. Essas medidas indicam uma mudança nas prioridades ambientais e econômicas do país”.
No campo da segurança nacional, Trump anunciou a criação de uma nova agência federal para arrecadar receitas provenientes de novos impostos planejados, indicando uma abordagem mais protecionista na política comercial.
A comunidade internacional reagiu com cautela às ações iniciais de Trump, com líderes mundiais expressando preocupações sobre as implicações dessas políticas para a cooperação global e a estabilidade internacional.
Em resumo, diz Felipe Bernardi Diniz, “as primeiras ações de Donald Trump em seu retorno à Casa Branca indicam uma abordagem mais unilateral e menos comprometida com acordos multilaterais, refletindo uma ênfase na soberania nacional e na reorientação das prioridades políticas e econômicas dos Estados Unidos”.
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