O fundo de investimento Go.Bank acaba de receber autorização do Banco Central para operar como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Fundada em 2011 por empreendedores com experiência em grandes bancos, a fintech oferece soluções financeiras para micro, pequenas e médias empresas, incluindo conta pagamento (White label), crédito para capital de giro, pagamento de funcionários, antecipação de recebíveis e maquininha de cartão.
Com a nova autorização, a GO SCD (Sociedade de Crédito Direto) está apta a conceder empréstimos com recursos próprios. “A autorização do Banco Central reforça nosso compromisso em oferecer soluções financeiras seguras. Estamos preparados para atender à crescente demanda por crédito com processos simplificados”, afirma Renato Coelho, CEO do Go.Bank FIDC.
Inovação e expansão no mercado de crédito
Desde 2022, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional (CMN) vêm atualizando a regulamentação das fintechs de crédito. A Resolução CMN nº 5.050 estabeleceu regras para o funcionamento das SCDs e das Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEPs). Em julho de 2024, a Resolução CMN nº 5.159 trouxe avanços significativos, reduzindo restrições operacionais e facilitando a captação de recursos pelas fintechs, tornando o mercado mais dinâmico, acessível e competitivo.
Além de operarem com capital próprio, as SCDs podem financiar operações por meio de instrumentos como os Certificados de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs). Também podem acessar programas de apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para fomento de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs).
Tecnologia com presença local
Com sede em Guarulhos (SP), o fundo de investimento Go.Bank possui escritórios em Limeira, Mogi das Cruzes e pretende abrir ainda este ano três novas unidades, com a intenção de atender mercados ainda pouco explorados no interior de São Paulo.
“Ao operar como SCD, ganhamos autonomia para colaborar com o desenvolvimento de negócios, por meio de empréstimos e financiamentos, dentro das normas do BC em todo o território nacional, por meio de plataformas de tecnologia. Queremos ser um agente de transformação econômica para o empreendedor brasileiro”, conclui Renato Coelho.
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