Sábado, 30 de Agosto de 2025
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Mulher tenta vacinar bebê reborn em UBS para postar vídeo nas redes e ainda causa confusão ao ter pedido negado

Funcionários recusaram aplicação simbólica, alegando desperdício de insumos públicos

23/05/2025 07h32
Por: Redação Fonte: Brasil247
Foto: Reprodução / Instagram (@sydiapaganoto)
Foto: Reprodução / Instagram (@sydiapaganoto)

Uma situação absurda chamou a atenção em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Itajaí, no litoral de Santa Catarina. Em janeiro deste ano, uma mulher tentou vacinar uma boneca do tipo bebê reborn e se exaltou ao ter o pedido negado pelos profissionais de saúde. O caso só veio à tona nesta semana e levou a prefeitura a emitir um alerta interno para outras unidades da rede municipal. As informações são da CNN Brasil. 

Segundo informações da Prefeitura de Itajaí, a mulher compareceu ao posto de saúde acompanhada da filha de 4 anos e da boneca realista. No momento do atendimento, ao ser solicitada a carteira de vacinação, ela esclareceu que a imunização não era para a criança, mas sim para a boneca, com o objetivo de filmar a aplicação e publicar o conteúdo em suas redes sociais.

 

Diante da surpresa dos funcionários, o corpo técnico da UBS explicou que não seria possível realizar o procedimento, uma vez que a simulação implicaria no uso indevido de materiais públicos, como seringas e agulhas, que são exclusivos para atendimento humano. A resposta, no entanto, não agradou à mulher.

De acordo com a gerência da unidade, ela retrucou de forma exaltada: “O que tem? É só abrir uma seringa, só abrir uma agulha e fingir que deu”. Após a negativa dos profissionais, ela deixou o local demonstrando indignação.

O episódio gerou repercussão interna e, como precaução, a Secretaria Municipal de Saúde emitiu um comunicado às demais UBSs orientando que fiquem atentas a possíveis situações semelhantes envolvendo a mesma mulher.

Os bebês reborn são bonecos hiper-realistas, confeccionados artesanalmente para se assemelhar a recém-nascidos. Apesar da crescente popularidade entre colecionadores e entusiastas, o uso dessas bonecas em contextos que simulam cuidados médicos, como vacinação ou até mesmo batismo, tem gerado polêmicas nas redes sociais e resistência por parte de instituições.

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