A expressão do momento para quem deseja proteger o patrimônio é a dolarização. Traduzindo de forma simples, significa transferir parte do patrimônio para outra moeda, o dólar, investindo numa economia que historicamente tem se mostrado estável, segura e resiliente.
De acordo com estudo recente conduzido por especialistas em finanças e economia do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas, (FGVcef), o investimento em dólar pode neutralizar impactos cambiais. Sob o título “Impacto Cambial no Consumo dos Brasileiros e a Necessidade de Diversificação Internacional”, a pesquisa apontou comportamentos e dados importantes sobre o perfil de consumo e defendeu a diversificação internacional como estratégia para proteger o poder de compra dos brasileiros.
Para Christiano Aguiar, general Manager da Garavello Capital — empresa americana de assessoria financeira fundada no estado da Pensilvânia — a proteção patrimonial alcançada através de diferentes modalidades de investimentos vai além da blindagem das riquezas, pois, segundo ele, é através de uma diversificada estruturação financeira que o investidor se expõe positivamente às diferentes possibilidades do mercado internacional.
"O mercado financeiro nos Estados Unidos é gigantesco e oferece inúmeros caminhos capazes de assegurar a tão sonhada liberdade financeira, ou renda passiva em dólar, além de amplas realizações de longo, médio e curto prazo e, é claro, a estabilidade em tempos de incerteza econômica”, explicou o especialista que há mais de 20 anos atua no setor.
Para os pesquisadores deste estudo da FGV, que foi apresentado em outubro de 2024, os efeitos das variáveis cambiais são maiores nas rendas mais baixas, devido à maior incidência de itens de primeira necessidade. No entanto, para faixas de rendas mais altas, pesquisadores identificaram que o impacto cambial é menor, pois segundo eles esses grupos conseguem mitigar ou absorver os efeitos de choques cambiais ao longo do tempo de forma mais eficiente, seja por diversificação da cesta de consumo ou ajustes de comportamento.
A pesquisa também defendeu percentuais mínimos para que o investidor possa minimizar os riscos e proteger seu poder de compra. Para eles, o ideal é cerca de 16% de portfólios aplicados em ativos no exterior e para famílias de maior renda, 18%. Percentuais sugeridos que devem ser ampliados de acordo com os interesses individuais de cada investidor, devidamente analisados por um assessor financeiro especializado.
De acordo com especialistas em investimentos internacionais, diversificar em outra moeda é uma estratégia mais ampla do que espalhar recursos em formatos diferentes, na verdade, é necessário que após análise individualizada do patrimônio e dos interesses em jogo seja desenvolvido um plano inteligente que efetivamente proteja os bens desta família ou indivíduo. Por isso a análise individualizada é fundamental para um planejamento assertivo, defende Christiano Aguiar: "Entre tantas possibilidades, é fundamental que o investidor e o planejador financeiro tenham uma comunicação clara sobre os propósitos a serem alcançados na hora de traçar o projeto para cada caso".
Ainda que o estudo tenha apresentado que o Brasil está entre os povos que mais mantém seus investimentos em ações no mercado doméstico, a tendência de dolarização caiu no gosto do brasileiro, um exemplo disso foram os dados do Banco Central em 2023 confirmando que R$ 45 bilhões haviam sido enviados para fora do Brasil por meio de contas internacionais, o que mostra a nova tendência do brasileiro em busca de alternativas eficazes para a proteção de seu patrimônio.
Esta movimentação em moeda estrangeira, além de fazer parte de estratégias comprovadamente seguras quando o assunto é diversificação de investimentos, é também uma opção vantajosa para quem costuma realizar viagens internacionais.
"Muitos brasileiros começam a investir fora do Brasil e se surpreendem com as facilidades e os benefícios de se possuir previamente, contas internacionais e parte do patrimônio dolarizado. Ouço sempre, por parte de famílias que viajam frequentemente a passeio aos Estados Unidos, que possuir contas e investimentos em dólar foi um facilitador no planejamento da viagem e, num longo prazo, a melhor estratégia para a aquisição da liberdade financeira", relembrou Christiano Aguiar.
O especialista da Garavello Capital também explicou que uma análise individualizada para a construção de um planejamento financeiro estratégico tendo como base a legislação e os parâmetros do mercado internacional são fundamentais para quem deseja investir em moeda americana e proteger o patrimônio.
Sobre a Garavello Capital
A Garavello Capital é uma empresa de consultoria independente com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro. É especialista em proteção patrimonial, planejamento de aposentadoria em dólar e planejamento universitário nos EUA.
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