A fluência em inglês é uma das quatro técnicas mais procuradas pelas empresas, de acordo com o Guia Salarial 2025 do Mercado de Trabalho Brasileiro, elaborado pela empresa de consultoria e soluções de talentos Robert Half.
Segundo a Pesquisa de Tendências RH 2024, feita pela plataforma de empregos Catho, o domínio de idiomas, como o inglês, está entre as cinco habilidades técnicas mais valorizadas pelas empresas, com a marca de 11%.
Em 2023, a plataforma já havia divulgado dados de outro levantamento que indicavam que um profissional que domina um segundo idioma pode aumentar em 83% o valor do seu salário.
Beatriz Berto, diretora da Ann Arbor - curso de idiomas, afirma que o mundo globalizado, a velocidade das mudanças e a comunicação instantânea, tornaram ainda mais necessário saber falar inglês.
“A globalização, e a possibilidade de trabalho remoto, influenciam a demanda por profissionais que dominam o inglês. O idioma é uma habilidade essencial para se destacar no mercado de trabalho atual, acredito que o diferencial, hoje em dia, já é saber outra língua estrangeira além do inglês”, declara a especialista.
De acordo com Berto, se comunicar em inglês facilita a adaptação a novas tecnologias e ferramentas utilizadas em empresas globais. “Muitas das ferramentas de Inteligência Artificial que estão em testes, e algumas já implementadas, exigem prompt em inglês ou os resultados são melhores no idioma. Toda e qualquer novidade chega primeiro em inglês”.
Oportunidades de crescimento a partir do aprendizado
A empresária lembra que não ter o idioma como uma habilidade técnica pode impactar nas oportunidades de crescimento em uma carreira. “Inúmeras pessoas deixam de aceitar cargos melhores, participar de congressos no exterior ou acompanhar visitantes estrangeiros por não saberem se comunicar em inglês. É preciso estar pronto para quando as oportunidades surgirem”.
Para a especialista, todos os setores que prestam serviços precisam do domínio do inglês no Brasil. “Desde o setor de alimentação a grandes executivos, em todos os segmentos, há oportunidades de crescimento quando se sabe inglês, muito por conta da velocidade das informações que recebemos e trocamos”.
Berto ressalta que apesar das facilidades proporcionadas pela tecnologia, como aplicativos de tradução ou funções integradas de compreensão em outros idiomas, aprender inglês ainda é um investimento necessário.
“A linguagem é espontânea e acontece no ato da fala. A gente controla o que fala, mas não controlamos o que falam com a gente. Perde-se um tempo usando os aplicativos e quebra a comunicação. Em algumas reuniões de trabalho, por exemplo, é preciso defender sua ideia e opinião em inglês”.
O Brasil ocupa a 81ª posição, entre 116 países, no ranking da EF de 2024. O Índice de Proficiência do país é 466, nível considerado baixo, e menor que a média global. Em relação a 2023, o Brasil caiu 21 posições e segue uma tendência mundial, já que 60% dos países analisados tiveram resultados inferiores ao ano anterior. Na América Latina, o país ocupa uma das quatro últimas posições.
Para mais informações, basta acessar: @annarbor.idiomas
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