O Governo do Estado realizou, nesta sexta-feira (8), a convocação para a assinatura dos contratos da 2ª Chamada Pública Centralizada para aquisição de gêneros alimentícios oriundos da agricultura familiar. A iniciativa é uma parceria entre as Secretarias da Educação (SEC) e de Desenvolvimento Rural (SDR) e marca um avanço importante na entrega de alimentos saudáveis para as escolas estaduais.
O evento aconteceu no Centro de Convenções de Feira de Santana com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, do assessor especial da SEC, Manoel Calazans, e da superintendente de Planejamento Operacional da Rede Escolar (SUPEC), Aline Soares.
Com um investimento de R$ 50,2 milhões, provenientes do Fundo de Assistência Educacional (FAED), a iniciativa beneficia todas as unidades da rede estadual dos 417 municípios, garantindo que os produtos cheguem diretamente do campo para as escolas. Além de melhorar a nutrição escolar, a ação fortalece a economia rural ao envolver 25 empreendimentos da agricultura familiar e mais de 14 mil produtores cooperados em toda a Bahia.
Para o governador Jerônimo, a alimentação escolar é um pilar essencial para o desenvolvimento dos estudantes, garantindo a energia e a motivação necessárias para a rotina de aprendizado e bem-estar. "Quando nossos jovens se alimentam bem, eles ganham mais disposição para estudar e para praticar atividade física. É pensando nisso que estamos realizando esse ato, para garantir uma alimentação ainda mais completa para os estudantes", destacou.

Ampliação dos gêneros alimentícios
Nesta segunda edição, o programa ampliou consideravelmente a oferta de itens, saindo de seis para 16 produtos de variedades diferentes. Entre as novidades estão barrinha de cereais, café torrado, aipim palito, flocão de milho, farinha, polpa de fruta, ovos caipiras, feijão e leite em pó. A lista também contempla cacau em pó (100%), massa de aipim, iogurte, filé de tilápia, mel, tapioca granulada e carne de cordeiro.
Outro avanço foi a otimização da logística de distribuição para as escolas. Os Núcleos Territoriais de Educação (NTE) foram organizados em sete grupos regionais baseados na proximidade geográfica. Esse modelo permite que cada grupo receba todos os itens de uma única vez, em formato de cesta mensal, facilitando o armazenamento e a gestão dos alimentos dentro das escolas estaduais.
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