A Prefeitura de Alagoinhas retomou o programa de conscientização aos homens autores de agressões às mulheres no Ambulatório de Saúde Mental da Policlínica Municipal. A ação é fruto de parceria com a 2ª Vara Criminal e de Violência Doméstica com foco nas medidas protetivas de urgência previstas pela Lei Maria da Penha.
O serviço tem como objetivo conscientizar e oferecer acompanhamento psicológico e psicossocial a homens que praticaram violência doméstica como estratégia para mudança de comportamento. Os agendamentos são feitos por encaminhamento judicial, dentro do processo de medidas protetivas.
Responsável pelo serviço de atendimento e grupo reflexivo e de responsabilização de homens, o psicólogo Itamar Carneiro afirma: “Não é possível enfrentar a violência contra as mulheres sem conversar com os homens. A aplicação das medidas protetivas deve ir além do afastamento do agressor; é necessário promover ações que contribuam para a não reincidência, uma vez que a punição isolada, sem medidas educativas e terapêuticas, não trata as causas subjacentes do comportamento violento.”
Grupos reflexivos
Os atendimentos foram suspensos no ano passado por conta da dificuldade do ex prefeito em ajustar sua prestação de contas e, inexplicavelmente, se mantiveram assim até o presente momento. Foram reativados agora com metodologia ampliada por meio da oferta de Grupos Reflexivos em turno flexível para a participação dos homens. Os encontros são realizados em atendimentos individuais e em grupo, conforme avaliação técnica, com foco na responsabilização, na educação emocional e na desconstrução de padrões machistas e violentos.
Os agendamentos são realizados a partir da notificação judicial ou medida protetiva de urgência.
Além deste programa, mulheres vítimas de agressões são atendidas pela Rede de Atenção Psicossocial e encaminhadas ao Ambulatório de Saúde Mental ou no CAPS, conforme as especificidades do caso.
Já o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM) garante o apoio psicológico, social e jurídico, além dos meios necessários para romper o ciclo de violência contra o público feminino em Alagoinhas.
Casa de Acolhimento Provisório - mulheres e seus filhos em situação de risco, sem possibilidade de permanecer no lar ou com familiares, são encaminhadas para o abrigo.
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