Sábado, 30 de Agosto de 2025
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Italiano é atacado e morre logo após tirar selfie com urso

Apesar de usar capacete e equipamentos de proteção, a vítima sofreu ferimentos graves e morreu no local

04/07/2025 08h47
Por: Redação
Imagens indicam que ele tirou selfies com o animal momentos antes do ataque - Foto: Reprodução
Imagens indicam que ele tirou selfies com o animal momentos antes do ataque - Foto: Reprodução

Um homem de 48 anos morreu na quinta-feira, 3, após ser atacado por uma ursa na estrada Transfăgărășan, região dos Cárpatos, na Romênia. O motociclista italiano viajava com um grupo e havia parado próximo à barragem de Vidraru para tirar uma selfie com o animal.

De acordo com o site Repubblica, o homem parou em uma área turística sinalizada com aviso proibindo a alimentação de ursos. O animal estava acompanhado de filhotes, o que ajuda a entender o motivo do ataque.

O que aconteceu?

Após o ataque, a ursa arrastou o corpo para uma ravina com cerca de 80 metros de profundidade. Apesar de usar capacete e equipamentos de proteção, a vítima sofreu ferimentos graves e morreu no local.

Imagens encontradas no celular do motociclista indicam que ele tirou selfies com o animal momentos antes do ataque. Autoridades afirmaram que esse comportamento pode ter provocado a reação da ursa.

Após o incidente, o animal foi abatido por agentes ambientais. O caso gerou novo debate sobre a gestão da fauna selvagem no país. A Romênia abriga a maior população de ursos pardos da Europa, com estimativas entre 10.400 e 12.800 indivíduos.

Redução de ataques de animais

O governo romeno estuda medidas para reduzir o risco de novos ataques, como o abate seletivo de animais em áreas com grande circulação de pessoas, instalação de cercas elétricas e aprimoramento na gestão de resíduos.

A estrada Transfăgărășan é um dos principais destinos turísticos da Romênia e corta áreas de floresta onde há presença constante de ursos. Autoridades destacaram que a vítima havia parado em um ponto sinalizado, alertando para o risco de interação com os animais.

O caso segue sob investigação, e novas diretrizes de segurança para visitantes em áreas de fauna silvestre estão em discussão por órgãos ambientais locais.

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