A morte da brasileira Juliana Marins , 26 anos, que fazia uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, reacendeu o alerta para cuidados com o chamado turismo de aventura – sobretudo no que diz respeito a planejamento, segurança, infraestrutura local e condições climáticas. Juliana se acidentou na madrugada do último sábado (21), quando caiu da borda da cratera de um vulcão. O corpo da jovem foi encontrado nesta terça-feira (24) pelas equipes de resgate após quatro dias do acidente.
De acordo com a Agência Nacional de Busca e Resgate Indonésia (Basarna), a demora em iniciar os trabalhos de busca e salvamento no próprio sábado, quando a queda foi registrada, aconteceu porque as equipes só foram avisadas sobre o ocorrido depois que um integrante do grupo que fazia trilha junto com Juliana conseguiu descer até um posto, em uma caminhada que levou horas. Além disso, foram necessárias algumas horas até que os resgatistas subissem até o local.
Poucos dias antes da tragédia, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina atendeu a duas ocorrências de busca e resgate em áreas de trilha – uma no Morro do Cambirela, em Palhoça, e outra no Pico da Teta, em Balneário Camboriú. Em ambos os casos, as vítimas se perderam em meio ao percurso. “As situações chamam atenção para a importância da prevenção e do planejamento antes de realizar atividades em ambientes de mata fechada e terreno acidentado”, destacou a corporação.
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Também em junho, o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia resgatou duas jovens que se perderam na trilha dos cânions do Rio São Francisco, em Paulo Afonso. Com informações do Centro Integrado de Comunicação, os bombeiros conseguiram contato indireto com as vítimas, que informaram estarem na altura de um bar local. A equipe fez sinais sonoros para facilitar a localização e, após o envio das coordenadas geográficas, conseguiu abrir caminho na trilha até chegar às vítimas.
Dentre os principais cuidados citados pelas corporações diante do aumento de ocorrências do tipo está a atenção às condições climáticas, que podem se tornar mais adversas em períodos como o inverno – sobretudo em locais desconhecidos e durante a noite. A orientação é optar sempre por trilhas conhecidas e sinalizadas, evitar caminhadas noturnas e informar familiares e amigos sobre o trajeto. Também é importante estar acompanhado por um guia credenciado.
Confira, a seguir, as principais orientações listadas pelas corporações:
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