Uma formação de qualidade nasce da união entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Neste sentido, a internacionalização surge como as asas da pesquisa, nas quais o conhecimento compartilhado voa para outras partes do mundo. Fortalecendo este processo, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) deu continuidade às ações de internacionalização com a assinatura de novos convênios bilaterais com instituições da Argentina e do México, no dia 5 de junho.
Com as novas parcerias, a Uesb passa a somar 35 convênios com universidades de 14 países ao redor do mundo. A iniciativa potencializa o desenvolvimento de pesquisas produzidas em rede, além de permitir a abertura de editais específicos para mobilidade acadêmica internacional e a organização e realização de eventos internacionais.
As novas instituições parceiras são: Universidad Nacional de Chilecito e Universidad Nacional de Córdoba, da Argentina, vinculadas ao Programa de Pós-Graduação em Ensino (PPGEn) da Uesb; e Universidad Intercultural Indígena de Michoacán e Universidad de Ixtlahuaca CUI, do México, em uma rede de cooperação internacional com o Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade e o Órgão de Educação e Relações Étnicas (Odeere), ambos da Uesb.
Para o professor Margarito Ortega Baslleteros, reitor da Universidade de Ixtlahuaca, as cooperações entre as instituições representam muito mais do que a troca de conhecimentos, mas a promoção de justiça social. “As universidades não se limitam a transmitir conhecimento, elas também devem promover valores e garantir que alunos, professores e toda a comunidade universitária os pratiquem. Isso tem a ver com equidade, justiça social e bem-estar familiar”, destaca Margarito.
Representando a Universidad Nacional de Chilecito e a Universidad Nacional de Córdoba, a professora María del Carmen Lorenzatti fala de um caminho de enriquecimento mútuo. “A importância do encontro universitário não é apenas a possibilidade de compartilhar a experiência de cada universidade, mas também a possibilidade de produzir conhecimento, de poder reconhecer a heterogeneidade de práticas, metodologias de pesquisa e trabalho de extensão. Isso é fundamental em missões internacionais, nós nos enriquecemos mutuamente”, aponta María.
A Uesb e o mundo – Desde 2023, a Uesb vem continuamente se empenhando na assinatura de convênios bilaterais e outras parcerias internacionais. “Por meio desses convênios, a gente cria editais de mobilidade para servidores, docentes, técnicos, analistas. Criamos editais para mobilidade de curta, média e longa duração para estudantes”, explica Jackson Reis, da Assessoria de Relações Internacionais da Uesb.
Como um quarto pilar, a internacionalização leva para o mundo o conhecimento produzido dentro dos muros da Instituição. “A internacionalização são asas da pesquisa. Entendemos essas parceiras como um quarto pilar. Antes se falava em três: ensino, pesquisa e extensão. Então, complementamos com a internacionalização sendo o quarto”, reflete o professor Daniel Valério, do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnicas e Contemporaneidade da Uesb.
Com isso, a Uesb fortalece seu compromisso com a promoção de uma formação para a vida plena. “A universidade tem que estar preocupada sempre com o ensino de qualidade, pesquisa relevante, extensão, formação humana, formação profissional e tudo isso pode ganhar uma dimensão extra se a gente fizer a partir do contato com outras pessoas, outras culturas, outras instituições, outros países”, aponta o professor Luiz Otávio de Magalhães, reitor da Uesb.
Fonte: Ascom/Uesb
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