Em uma agenda estratégica voltada ao fortalecimento do setor sucroenergético na Bahia, o secretário da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Pablo Barrozo, esteve nesta terça-feira (27) em Brasília, onde se reuniu com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. O encontro teve como foco principal a solicitação de apoio para incluir municípios baianos no Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar e no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) — medidas fundamentais para ampliar a segurança jurídica e financeira dos produtores e das instituições de crédito, destravar investimentos e impulsionar a cadeia produtiva.
A reunião ocorre após a decisão da Justiça Federal, em abril deste ano, que reconheceu a validade do Decreto Federal nº 10.084/2019, revogando a norma anterior que impunha restrições ao crédito público para o cultivo de cana-de-açúcar em áreas fora do zoneamento oficial.
“O ministro e sua equipe demonstraram um compromisso genuíno com o desenvolvimento da agricultura baiana. Com esse apoio, daremos um passo importante para destravar investimentos e dinamizar a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, além de outras iniciativas voltadas aos produtores rurais do nosso estado”, afirmou o secretário Pablo Barrozo.
Barrozo destacou ainda que a Seagri continuará atuando para garantir o acesso pleno da Bahia às políticas de crédito rural, incentivando a produção de cana, açúcar e biocombustíveis. “Isso nos aproxima da autossuficiência em etanol e fortalece nossa matriz energética limpa”, reforçou.
Durante a audiência, também foram debatidas parcerias voltadas à ampliação da produção agropecuária no estado, com destaque para ações sustentáveis na região do Matopiba e iniciativas como o Plano ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono), o MAPA Conecta, o Promaq (voltado à aquisição e doação de máquinas e equipamentos agrícolas) e o Programa Nacional de Estradas Vicinais (PRONER).
Entenda o zoneamento
O Zoneamento Agroecológico é uma ferramenta técnica que identifica as áreas mais apropriadas ao cultivo de determinada cultura, considerando fatores como clima, tipo de solo, relevo e disponibilidade hídrica. Ele serve como base para a formulação de políticas públicas e concessão de crédito rural, promovendo uma produção mais eficiente e ambientalmente sustentável.
Já o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), desenvolvido pelo Ministério da Agricultura em parceria com instituições como a Embrapa, orienta os produtores sobre os períodos mais adequados para o plantio, com base em análises de risco climático. Sua adoção reduz perdas por eventos extremos e é um dos requisitos obrigatórios para o acesso a crédito rural e ao seguro agrícola.
Fonte: Ascom/Seagri
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