Com o tema “Com a pedra que Exu lançou. O Malê reconta a história, 190 anos depois, a Revolta continua”, o Bloco Afro Malê Debalê levou sua força ancestral para o circuito Osmar (Campo Grande), no terceiro dia da folia em Salvador, neste sábado (1), exaltando a beleza e a força da cultura negra no Brasil.
O bloco levou para o circuito um espetáculo de dança e percussão com mais de 400 integrantes, contando com suas tradicionais alas de dança, percussão, capoeira e baianas, além dos Reis e Rainhas Malê, que abrilhantam ainda mais a apresentação. Além das 25 alas de dança separadas por subtemas.

“O Malê Debalê não é apenas um bloco, é um movimento de resistência e valorização da cultura afro-brasileira. Vamos trazer para a avenida a força da nossa ancestralidade e a importância da luta do povo negro na história do Brasil e reverenciando Exu”, afirma o presidente do bloco, Cláudio de Araújo.
A enfermeira e bailarina Ednalva Gonzaga, que sai no bloco há três anos, falou sobre a admiração pelo Malê. “Pra mim é uma honra fazer parte do maior balé do mundo. O bloco abre portas também para nossas negras maravilhosas que querem participar do concurso que acontece todo ano e é aberto pra todos. É um bloco que abre milhares de oportunidades. Me sinto lisonjeada por fazer parte”.

Ouro Negro
O Programa Ouro Negro disponibiliza R$ 15 milhões para entidades de matrizes africanas no Carnaval e nas outras festas populares na Bahia. Para o presidente do Malê, Cláudio de Araújo, este tipo de iniciativa possibilita a manutenção das tradições. “O que seria desses 46 anos do Malê se não fosse hoje esse aporte financeiro, esse momento único que o Governo investe em propagar o projeto Ouro Negro? Estou muito feliz em reverberar todo esse processo histórico e hoje aqui na praça do Campo Grande vocês vão entender o que a gente tá falando. Estou entusiasmado com o projeto Ouro negro, pra mim era um sonho construir isso e que bom que aconteceu. O projeto veio para ressignificar”, destacou.
Ao todo, serão 98 entidades contempladas, a partir de 112 projetos selecionados, com recurso que variam de R$ 1 milhão a R$ 30 mil.
O Programa Ouro Negro 2025 é uma consolidação do compromisso do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (SecultBa) e da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), para o fortalecimento das manifestações da cultura afro-brasileiras, que há décadas mostram a potência da diáspora africana no Brasil, que mantém viva a ancestralidade e que realizam um trabalho sócio-cultural importantíssimo em suas comunidades de origem.
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