O Projeto de Lei Complementar (PLP) 147/24 favorece a adesão das startups ao regime tributário diferenciado das micro e pequenas empresas, o Simples Nacional. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.
Pela proposta, certas restrições previstas no Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte não serão aplicadas a pessoas jurídicas enquadradas no Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador .
Assim, entre outras situações, poderá aderir ao Simples Nacional uma startup organizada na forma de sociedade anônima ou que tenha, no quadro social ou no capital, pessoas jurídicas ou pessoas físicas relacionadas a outras empresas.
“A legislação necessita de ajustes, notadamente em relação ao impedimento de que sociedades anônimas se beneficiem do Simples Nacional, restrição que hoje afeta as startups ”, disse o autor da proposta, deputado Marangoni (União-SP).
Próximos passos
O projeto será analisado pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para o Plenário.
Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Câmara Comissão debate combate à discriminação no esporte e políticas de inclusão
Câmara Comissão de Fiscalização recebe presidente do TCU nesta quarta-feira
Câmara Comissão debate a elaboração do Marco Legal da Criação de Pássaros no Brasil
Câmara Comissão ouve ministro Mauro Vieira sobre asilo a ex-primeira-dama peruana
Câmara Anac retomará debate público para revisar regras sobre uso de drones
Câmara Motta: defender a justiça tributária é também defender responsabilidade no gasto público Mín. 22° Máx. 34°
Mín. 22° Máx. 35°
Tempo nubladoMín. 20° Máx. 37°
Tempo limpo
Daniel Grave Treinamento presencial detalha transição do sistema tributário e mudanças na gestão municipal
Kelly Amado CESOL promove Roda de Conversa com Mulheres em Rio Real no dia 9 de fevereiro
Silvania Senna Pós-festas sem culpa: estratégia nutricional para reduzir inchaço e reorganizar a alimentação